Benditas são as horas em que eu,
na madrugada calma, lembro quando
tu e eu, qual pássaros selvagens,
voávamos ao encontro de paragens
em que já não houvesse tempo mau.
Benditas as lembranças do passado
bendito o teu olhar, que espelhado,
reflete os sonhos meus, diariamente.
Bendito o luar no céu de agosto
que tão palidamente ilumina
a sombra abençoada do teu rosto
que mora dentro em mim
e me domina.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
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