terça-feira, 20 de janeiro de 2009

AUSÊNCIA

lisieux

Poeta, meu poeta... a madrugada
é tão insone e triste sem teu canto...
e fico no meu quarto, amargurada,
à espera de que enxugues o meu pranto.

Porém tu nunca vens e a noite passa
sem que teus beijos rocem minha face...
Acho que tu não vens só por pirraça
e sempre insistes neste desenlace.

Mas fica à tua espera, noite e dia,
porque tu fazes parte do meu mundo
e dás sentido à minha poesia.

Portanto volta, amado... é covardia
deixar-me a te chamar todo segundo
e me negares tua companhia.

BH - 17.09.08

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