lisieux
Abelha,
neste céu de outono,
elevo-me asas,
faço-me desejo,
arrebento-me em zumzuns
no ar de abril...
Pinto-me violetas,
néctar, pólen...
adoço-me mel,
amargo-me própolis,
enlaço-te colméia...
Depois do amor,
rainha, mato-te.
Volto a ser operária,
derreto-me cera.
BH – 07.03.04
sexta-feira, 3 de abril de 2009
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